Sabe bem a amizade, a simples troca de presenças num mesmo espaço, a particularidade dos feitios, os risos e sorrisos. A conversa sem rodeios, os assuntos mais variados, o desvendar pouco a pouco das personalidades abrigadas na timidez de quem se dá a conhecer.
A cozinha como palco, o vinho, os copos, o forno que aquece o ambiente, a fazer o papel de lareira. Os arrufos carinhosos de um casal de namorados, na perpétua descoberta de cada um, na descoberta do que é deles, na brincadeira do que é simples. A presença dos "mais velhos", "mais experientes", que trocam sorrisos e comentários cúmplices. Não como "o velho do restelo". Mais como quem observa e fica encantado pela simplicidade dos actos e dizeres. Mais como quem acredita que o mundo também é feito destes momentos.
Uma mesa, quatro cadeiras, quatro mundos opostos que se atraem. Que se atraem pela conversa, gestos, troca de impressões, críticas, brincadeiras, amuos e vítórias. Histórias contadas abertamente, umas mais tristes, outras gargalhada sem fim. A seriedade do tema interrompe o sorriso aberto, escuta-se cada vogal, palavra, frase. A típica imagem do adulto a contar a história e os adolescentes a escutar, a devorar, a imaginar. E eis que mais uma vez o sorriso toma conta, seguido do riso, da gargalhada, do rir a bom rir.
A cozinha como palco, o vinho, os copos, o forno que aquece o ambiente, a fazer o papel de lareira. Os arrufos carinhosos de um casal de namorados, na perpétua descoberta de cada um, na descoberta do que é deles, na brincadeira do que é simples. A presença dos "mais velhos", "mais experientes", que trocam sorrisos e comentários cúmplices. Não como "o velho do restelo". Mais como quem observa e fica encantado pela simplicidade dos actos e dizeres. Mais como quem acredita que o mundo também é feito destes momentos.
Uma mesa, quatro cadeiras, quatro mundos opostos que se atraem. Que se atraem pela conversa, gestos, troca de impressões, críticas, brincadeiras, amuos e vítórias. Histórias contadas abertamente, umas mais tristes, outras gargalhada sem fim. A seriedade do tema interrompe o sorriso aberto, escuta-se cada vogal, palavra, frase. A típica imagem do adulto a contar a história e os adolescentes a escutar, a devorar, a imaginar. E eis que mais uma vez o sorriso toma conta, seguido do riso, da gargalhada, do rir a bom rir.
E no decorrer da noite, figurinhas tristes em frente à televisão, recordes batidos e a bater, chuteiras na cara, equilíbrios perdidos, bolas batidas para fora. Uma estranha toma conta, feita de cabos e processadores. Sem sentimentos ou pensamentos.
Mas tem o dom de unir, divertir, exercitar. Sem individualismos. Sem segregações.
Bons momentos neste mundo que bem precisa deles.
Mas tem o dom de unir, divertir, exercitar. Sem individualismos. Sem segregações.
Bons momentos neste mundo que bem precisa deles.
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