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É, fica a norte.
Há quem perca o norte e encontre nesta indicação o caminho a seguir. Por vezes não é fácil, é tortuoso, é íngreme, cheio de curvas sinuosas.
Há quem perca o norte e encontre nesta indicação o caminho a seguir. Por vezes não é fácil, é tortuoso, é íngreme, cheio de curvas sinuosas.
Mas não há nada como regressar a casa, abrir a porta e sermos inundados pelos cheiros que fazem parte da nossa vida. Abrir as janelas e deixar o sol iluminar o nosso espaço. (Re)Encontrar o nosso canto, o nosso porto, as nossas coisas, nós proprios.
Quando vamos, algo nosso fica a proteger as 4 paredes, com um "volto já" a pairar no silêncio que fica.
Quando regressamos somos recebidos (mesmo em silêncio) por um clima de felicidade. É o (nosso) cheiro pela casa, os lençóis na cama, o sofá que ainda mantem a almofada no mesmo sítio, aquele pacote de bolachas que já só tem 1 (aquela!!) bolacha.
E regressamos a casa.
por isso gostamos de viajar; para nos lembrarmos de como é bom regressar...ao Porto!
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