As palavras acobardam-se por antecipação, não se materializam em som. Têm receio de tocar o silêncio que paira no ar. Têm receio de matar o silêncio como uma flecha veloz, atroz.
As palavras estão escritas a ferro e fogo nos sentimentos que guardam e envolvem o coração. Pairam no olhar, no toque, no sorriso. Mas não saem, não são ditas. Mas são sentidas. E murmuradas na segurança das quatro paredes.
O olhar protege as palavras, mas não as esconde. Os olhos são o espelho da nossa alma. Traem-nos sempre quando menos esperamos. Falam mais que palavras.
Peço ao vento que as leve, às palavras. Mas elas continuam por ser ditas.
Um dia serei eu o vento.
As palavras estão escritas a ferro e fogo nos sentimentos que guardam e envolvem o coração. Pairam no olhar, no toque, no sorriso. Mas não saem, não são ditas. Mas são sentidas. E murmuradas na segurança das quatro paredes.
O olhar protege as palavras, mas não as esconde. Os olhos são o espelho da nossa alma. Traem-nos sempre quando menos esperamos. Falam mais que palavras.
Peço ao vento que as leve, às palavras. Mas elas continuam por ser ditas.
Um dia serei eu o vento.
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