Ao vento suplico que te traga adormecida
Para o conforto dos meus braços
Para te observar a dormir
E beber nos meus sentidos as linhas do teu rosto
Quero-te tanto
É um tormento que me adoça a alma
Cada instante do dia que passa.
Uma dor que repousa no meu coração.
As lágrimas que choro em silêncio são gritos
Do meu desespero por ti.
Ao sol suplico que ilumine o meu ser com a tua luz
Que me aqueça com o teu olhar lindo e quente
Que te traga inteira
As minhas lágrimas gritam o teu nome
E ao vento suplico que tas faça chegar
Ao mundo inteiro suplico
Que te mostre a verdade em mim
Desejo que entendas nesta minha falta de palavras
Neste meu gesto sem jeito
Na tremura da minha voz
O sentimento que me percorre
E que me faz viver e correr atrás de todos os momentos que sinto tão vivos.
Desejo que entendas
Que te amo com a força deste mar que abalroou as muralhas
Do porto onde me refugiei, onde me escondi das intempéries.
Desejo que entendas
Que te amo, te cuido, te beijo
Em cada segundo, em cada inspiração,
Suplico ao vento, ao sol, à chuva, às estrelas
A todas as forças da natureza
Que te dêem a força, a vontade e o alento
Suplico ao teu ser
Tão verdadeiro, recto e ardente
Que encontre na palavra perdão
Um amor que quer viver.
Recuperado algures, escrito há uns anos
Para o conforto dos meus braços
Para te observar a dormir
E beber nos meus sentidos as linhas do teu rosto
Quero-te tanto
É um tormento que me adoça a alma
Cada instante do dia que passa.
Uma dor que repousa no meu coração.
As lágrimas que choro em silêncio são gritos
Do meu desespero por ti.
Ao sol suplico que ilumine o meu ser com a tua luz
Que me aqueça com o teu olhar lindo e quente
Que te traga inteira
As minhas lágrimas gritam o teu nome
E ao vento suplico que tas faça chegar
Ao mundo inteiro suplico
Que te mostre a verdade em mim
Desejo que entendas nesta minha falta de palavras
Neste meu gesto sem jeito
Na tremura da minha voz
O sentimento que me percorre
E que me faz viver e correr atrás de todos os momentos que sinto tão vivos.
Desejo que entendas
Que te amo com a força deste mar que abalroou as muralhas
Do porto onde me refugiei, onde me escondi das intempéries.
Desejo que entendas
Que te amo, te cuido, te beijo
Em cada segundo, em cada inspiração,
Suplico ao vento, ao sol, à chuva, às estrelas
A todas as forças da natureza
Que te dêem a força, a vontade e o alento
Suplico ao teu ser
Tão verdadeiro, recto e ardente
Que encontre na palavra perdão
Um amor que quer viver.
Recuperado algures, escrito há uns anos
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