
Quando regressamos a casa e nos desligamos do mundo exterior (quando tal é possível), inunda-nos um sentimento de pertença, de calma. Regressamos a casa, ao nosso castelo construído pedra após pedra, onde nos sentimos seguros, defendidos, acarinhados.
São os cheiros, as cores, os objectos estáticos que nos fazem mover os pensamentos. Aquele quadro que nos acalma, a segurança da porta que nos separa do mundo lá fora. Chegamos com as baterias descarregadas, utilizadas até à última gota de estamina, mas que nunca nos deixam ficar mal. É o silêncio que nos abraça e nos acarinha.
É o tão esperado regresso a casa.
É quando nos encontramos novamente depois de nos termos perdido durante todo o dia.
São os cheiros, as cores, os objectos estáticos que nos fazem mover os pensamentos. Aquele quadro que nos acalma, a segurança da porta que nos separa do mundo lá fora. Chegamos com as baterias descarregadas, utilizadas até à última gota de estamina, mas que nunca nos deixam ficar mal. É o silêncio que nos abraça e nos acarinha.
É o tão esperado regresso a casa.
É quando nos encontramos novamente depois de nos termos perdido durante todo o dia.
sempre tão bom partir; sempre bom regressar.:)
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