
Sem rede. Às vezes sentimo-nos na corda bamba, balouçando de um lado para o outro e quando olhamos para baixo não temos rede. Aquela sensação de segurança que vai estando presente, mesmo que não o sintamos. A corda abana, dança, vibra e o nosso equilíbrio conquista-se a ferro e fogo.
Cada passo é uma conquista, um novo desafio, um palmilhar de centímetros, mais um pouco. É o poisar o pé com a certeza que não o podemos voltar a colocar atrás. Porque o caminho é para a frente, aprendendo com os passos dados atrás.
A rede, essa somos nós que a construímos. Muitas vezes nem damos conta que a temos. Porque é intrínseca, adquirida, construída. É onde muitas vezes caímos sem darmos conta e que nos empurra novamente para cima, com impulso, com vontade, com perseverança. São as nossas virtudes, os nossos valores, os nossos ideais, tudo aquilo em que acreditamos e que julgamos ser a verdade das coisas.
Mas há que mimar essa rede, alicerçá-la, cimentá-la. E cada vez que nela caímos aprendemos onde temos que melhorar, aperfeiçoar.
Cada passo é uma conquista, um novo desafio, um palmilhar de centímetros, mais um pouco. É o poisar o pé com a certeza que não o podemos voltar a colocar atrás. Porque o caminho é para a frente, aprendendo com os passos dados atrás.
A rede, essa somos nós que a construímos. Muitas vezes nem damos conta que a temos. Porque é intrínseca, adquirida, construída. É onde muitas vezes caímos sem darmos conta e que nos empurra novamente para cima, com impulso, com vontade, com perseverança. São as nossas virtudes, os nossos valores, os nossos ideais, tudo aquilo em que acreditamos e que julgamos ser a verdade das coisas.
Mas há que mimar essa rede, alicerçá-la, cimentá-la. E cada vez que nela caímos aprendemos onde temos que melhorar, aperfeiçoar.
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