Andar a pé faz bem. Muito bem. Principalmente se estivermos a escutar algo que nos dá ritmo, que nos ajuda a andar ainda um pouco mais, que nos puxa para a frente. Que nos faz suar mais um bocado, que nos ajuda a libertar a mente, a alma, o que nos vai cá dentro.
Fechado para o mundo, só eu, o mar e os headphones a bombar batida após batida.
Dei comigo junto ao farol de leça, sem me ter apercebido que já lá tinha chegado. Durante metros fechei os olhos e caminhei ao ritmo da música (há quem não lhe chame música, mas sim barulho).
Parei e olhei o horizonte. Com o vento na cara, invadiu-me uma vontade de voar ao som da música. Aquela sensação de querer voar, querer planar.
E a batida continuava. E foi essa batida que me fez dar meia volta e voltar a caminhar de volta.
Amanhã a batida será a mesma. Não cansa, não incomoda.
Acompanha. Motiva.
Fechado para o mundo, só eu, o mar e os headphones a bombar batida após batida.
Dei comigo junto ao farol de leça, sem me ter apercebido que já lá tinha chegado. Durante metros fechei os olhos e caminhei ao ritmo da música (há quem não lhe chame música, mas sim barulho).
Parei e olhei o horizonte. Com o vento na cara, invadiu-me uma vontade de voar ao som da música. Aquela sensação de querer voar, querer planar.
E a batida continuava. E foi essa batida que me fez dar meia volta e voltar a caminhar de volta.
Amanhã a batida será a mesma. Não cansa, não incomoda.
Acompanha. Motiva.
Sem comentários:
Enviar um comentário