Instala-se, cresce cá dentro sem sabermos bem o que é. Um nervosinho miúdinho, aquele sentimento de borboletas no estômago. Damos por nós a sorrir por tudo e por nada e o todo tem muito mais sentido.
Acordar parece mais fácil (é só mesmo ilusão, nada mais). A mente tem tendência a vaguear mais que o habitual e até a distracção mais simples parece ser a coisa mais natural do mundo.
E tudo aquilo que nos rodeia parece mais vivo, mais bonito, mais colorido.
O retorno a casa, sempre um dos melhores momentos do dia, tem ainda mais importância. Porque é nesse recolher que abraçamos os nossos pensamentos, os nossos desejos, que nos rimos e até falamos sozinhos, um diálogo com a consciência.
Mantemos o nosso individualismo, a nossa redoma, o nosso canto. Mas tudo fica mais permeável, as portas que sempre estão fechadas ficam entreabertas, deixam passar uma luz que nos alumia a alma.
Acordar parece mais fácil (é só mesmo ilusão, nada mais). A mente tem tendência a vaguear mais que o habitual e até a distracção mais simples parece ser a coisa mais natural do mundo.
E tudo aquilo que nos rodeia parece mais vivo, mais bonito, mais colorido.
O retorno a casa, sempre um dos melhores momentos do dia, tem ainda mais importância. Porque é nesse recolher que abraçamos os nossos pensamentos, os nossos desejos, que nos rimos e até falamos sozinhos, um diálogo com a consciência.
Mantemos o nosso individualismo, a nossa redoma, o nosso canto. Mas tudo fica mais permeável, as portas que sempre estão fechadas ficam entreabertas, deixam passar uma luz que nos alumia a alma.

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