
Há uns tempos atrás, num texto aqui colocado, descrevi um sonho que tive. Um sonho de um beijo. Transcrevendo parte do que escrevi, - "Não sei dizer onde, quem, quanto tempo, como. Só sei o quê. Dei comigo a sonhar com um beijo. Mas que beijo – diga-se com justiça!".
E tinha sido um beijo. Um sonho de beijo.
Sonhar todos sonhamos. Às vezes a dormir, às vezes acordados. Muitas das vezes não percebemos o porquê dos sonhos, outras nem os recordamos. Mas há aqueles sonhos que ficam, que perduram, que nos acompanham na realidade. E muitas dessas vezes sonhamos acordados: "Ai aquele sonho..."
Nada mais bonito, inesperado e inspirador existe quando um sonho se torna realidade, mesmo quando nos apercebemos mais tarde e não no momento.
Trago comigo a recordação de um beijo. "Mas que beijo, diga-se com justiça!".
Sonhar todos sonhamos. Às vezes a dormir, às vezes acordados. Muitas das vezes não percebemos o porquê dos sonhos, outras nem os recordamos. Mas há aqueles sonhos que ficam, que perduram, que nos acompanham na realidade. E muitas dessas vezes sonhamos acordados: "Ai aquele sonho..."
Nada mais bonito, inesperado e inspirador existe quando um sonho se torna realidade, mesmo quando nos apercebemos mais tarde e não no momento.
Trago comigo a recordação de um beijo. "Mas que beijo, diga-se com justiça!".
Não é só o acto físico em si. Esse todos nós o sabemos (uns mais que os outros). Mas tudo aquilo que vai além do acto de beijar.
O sentimento, as borboletas no estômago, o toque, o abraço, o tempo que pára, a entrega, o palpitar do coração, a partilha.
Trago comigo a recordação de um beijo.
Um beijo sonhado tornado realidade.
O sentimento, as borboletas no estômago, o toque, o abraço, o tempo que pára, a entrega, o palpitar do coração, a partilha.
Trago comigo a recordação de um beijo.
Um beijo sonhado tornado realidade.
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