Escutamos tantas músicas ao longo da nossa vida. Umas ficam na memória, outras caem no esquecimento. Umas acompanham-nos sempre, recordamo-las procurando no baú e revivemo-las. Há aquelas músicas que nos dizem muito. Que nos fazem ir atrás no tempo, procurar nas recordações de tempos passados.
E há aquelas músicas que fazem parte do nosso íntimo, que nos aquecem, que nos fazem sorrir. E há também aquelas músicas que só passado muito tempo fazem sentido no seu todo. Não é a letra, não são os sons, não é o artista – é tudo junto. Há momentos em que compreendemos o porquê da importância dessa música.
Tem tudo a ver quando todas as partes encaixam e a música no seu todo faz TODO o sentido.
Naquela noite muita coisa se encaixou, fez sentido, teve importância. Foi um sentimento de entrega, de encaixe, de compreensão do íntimo, de revelação.
Não sei como descrever mais. Mas sei as palavras que disse:
“Percebo hoje a razão da importância desta música na minha vida”;
E sorri para ti.
E há aquelas músicas que fazem parte do nosso íntimo, que nos aquecem, que nos fazem sorrir. E há também aquelas músicas que só passado muito tempo fazem sentido no seu todo. Não é a letra, não são os sons, não é o artista – é tudo junto. Há momentos em que compreendemos o porquê da importância dessa música.
Tem tudo a ver quando todas as partes encaixam e a música no seu todo faz TODO o sentido.
Naquela noite muita coisa se encaixou, fez sentido, teve importância. Foi um sentimento de entrega, de encaixe, de compreensão do íntimo, de revelação.
Não sei como descrever mais. Mas sei as palavras que disse:
“Percebo hoje a razão da importância desta música na minha vida”;
E sorri para ti.
Moby @ Parque da Cidade (Porto) - 12/09/2009
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